Até completar 1 ano de vida, a criança tem maior necessidade de energia e nutrientes, e por consequência, um maior apetite devido ao ritmo intenso de crescimento e desenvolvimento.

O problema da falta de apetite inicia-se quando a criança completa 1 ano e só se mostrará totalmente resolvido por volta dos 6 a 7 anos completos. Os pais se queixam de que seus filhos não comem, ou de que não se alimentam adequadamente. Realmente, o apetite dos filhos não atenderá às expectativas dos pais que imaginam que a criança deva alimentar-se da mesma forma e na mesma quantidade dos próprios pais.

As circunstâncias que fazem a criança diminuir a quantidade de alimentos ingeridos são várias, dentre elas:

– A diminuição natural do crescimento e desenvolvimento da criança após o primeiro ano de vida;
– O interesse da criança pelo ambiente que a cerca é maior do que o interesse pela comida;
– A ansiedade da mãe com o crescimento do filho que faz com que a criança aprenda a fazer chantagens e artimanhas, além de “dominar“ a mãe e outros adultos da família.

E qual é a melhor maneira de lidar com isso tudo?

Tendo paciência e respeitando a vontade ou falta de vontade de seu filho, sem inventar histórias ou prometer sobremesa pra quem comer tudo. Confie na forma que você, mãe/pai, escolheu para alimentar seu filho, e não se sinta rejeitado quando a criança não aceitar toda a comida oferecida ou parte dela.
Não se renda a comparações com outras crianças ou fórmulas prontas para que seu filho coma mais do que ele deseja.

Para sua tranquilidade, mantenha a rotina no horário das refeições e acompanhe a evolução do crescimento  da criança com o pediatra ou nutricionista. Se ela estiver dentro dos padrões esperados e se desenvolvendo bem, é porque está se alimentando da quantidade correta.