Oi pessoal, a gente reproduz integralmente, uma matéria do portal do GNT que fala um pouco mais sobre o diagnóstico do autismo, assunto do post de hoje da nossa mãe especial Patrícia Trindade:

Especialistas explicam o que é e como lidar com o autismo
Características envolvem dificuldade na comunicação e socialização

O autismo é o conjunto de comportamentos baseados em três pontos fundamentais: dificuldade para se comunicar, dificuldade para socializar e tendência a ser repetitivo e sistemático. De acordo com a neuropediatra Carla Gikovate, não se sabe a causa do comportamento. “É uma questão que já nasce com a criança. Ela já tem uma biologia desfavorável para o desenvolvimento dessa comunicação e da parte social”, explica.

Existe o tipo de autismo regressivo, em que a criança se desenvolve normalmente até os 3 anos. O diagnóstico clínico é feito em consultório com um pediatra ou neuropediatra. “Geralmente, essa criança vai precisar de um fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e mediador escolar. E toda essa equipe tem que se reunir com o profissional – pediatra ou neuropediatra – porque é dali que vai sair o tipo de intervenção, qual habilidade dessa criança vamos explorar”, explica Keyla Blank, mãe do menino Artur, diagnosticado com autismo. Um dos aliados no desenvolvimento da criança com esse comportamento é o diagnóstico precoce e a busca de atividades de alta motivação.

Saiba quais sinais estão associados ao autismo

“Uma criança de seis meses é uma criança que já sorri; você sorri e ela sorri de volta. Uma criança de 12 meses tem que estar apontando. E as crianças que vão ter diagnóstico de autismo, depois de 1 ou 2 anos de idade, já tinham dificuldade nessas atividades de interação social desde o primeiro ano de vida. Quando o autismo não é regressivo, isso pode estar presente desde meses”, ensina Carla Gikovate.

A criança diagnosticada com autismo deve ter um acompanhamento multidisciplinar. No caso de um fonoaudiólogo, o profissional pode exercer a função de mediação escolar e de fonoaudiologia com intervenção na casa do paciente, como faz Érica Del Giudice: “Na verdade, eu sou a ponte entre o Artur e tudo o que acontece ao seu redor. A gente recebe esse estímulo e informação, e traduz para ele de uma maneira simples, clara e objetiva.”

Quer saber mais?

:: Visite o site da nossa mãe especial Patrícia Trindade:
http://www.enfrentandooautismo.blogspot.com.br/


:: Leia as matérias “Autismo: universo ao meu redor” e “As conquistas de uma criança autista“da Revista Crescer

Fonte: GNT | Programa Mãe é Mãe