Entre as mais de 700 praças de Belo Horizonte, a Praça Floriano Peixoto, ou Praça do Quartel, como é conhecida, destaca-se pelo lindo paisagismo, boa estrutura e conservação. Por tudo isso, consideramos um dos melhores destinos para se brincar ao ar livre com as crianças na cidade. Sabe o que dá para fazer por lá?

Balançar
A Praça Floriano Peixoto possui seis balanços para esvoaçar os cabelos dos pequenos. Incentive o filhote a fechar os olhos, sentindo o vento bater no rosto.

Apreciar a natureza
São muitas espécies diferentes de árvores, flores e pequenos insetos. Dê algumas voltas na Praça com o pequeno parando para observar os detalhes que estão por ali – um botão que ainda não desabrochou, um ninho de passarinho, borboletas coloridas.

Montar palavras
Um dos brinquedos no parquinho da Praça permite que a criança explore a criatividade e estimula a alfabetização – são quatro blocos giratórios contendo letras diferentes que formam palavras de acordo com a imaginação da meninada.

Brincar no trepa trepa
Um dos queridinhos das crianças que adoram se aventurar nas alturas – vale o olhar atento do papai e orientações para a brincadeira se realizar com segurança!

Brincar com os bichinhos do mar
São oito animais aquáticos coloridos, quatro em cada lado do Parquinho. Ali, as meninas viram sereias mágicas e os meninos galopam mar adentro com seus ferozes animais!

 

A Praça é convidativa também para muitas outras atividades, como brincar de peão, de barangandão, de corda, andar de bicicleta, brincar de pega-pega e soltar bolhas de sabão. Como é bom chegar em uma praça e ver lindos jardins floridos, brinquedos limpos e organizados, as brincadeiras, automaticamente, parece que já ficam melhores.

E o melhor: é de graça e fica aberta 24h por dia. Sem desculpas para não sair de casa com as crianças.

 

Por que a Praça Floriano Peixoto é tudo de bom?
:: Porque está sempre florida
:: Porque tem áreas com sol e com sombra
:: Porque tem espaço para os pais fazerem caminhada e alongamento enquanto as crianças se divertem
:: Porque tem gramados bem grandes para as crianças correrem e até prepararem um piquenique
:: Porque o Batalhão da Polícia Militar fica exatamente em frente à praça e a Guarda Municipal está sempre presente, deixando tudo mais seguro

E pra completar, a Praça Floriano Peixoto nas palavras de leitores Na pracinha:

Foto: Mari Camargos
 “Eu e minha família frequentamos a praça, que é a mais próxima de nossa casa. Desde que foi apadrinhada pela iniciativa privada seus jardins estão bem cuidados, a varrição melhorou e novos brinquedos foram instalados. A melhora é nítida para seus seus frequentadores e também para os transeuntes (pedestres, motoristas, usuários de transporte público) que passam com frequência na região. Não acho muito bacana o fato dos brinquedos serem tão próximos à academia da cidade, mas este parece ser um padrão adotado pela administração municipal. Adoro a oferta de eventos e atividades que fazem deste espaço público um local plural, como os grupos de skate e de slackline e os teatros e shows musicais. Uma sugestão interessante seria para os próprios frequentadores do espaço: por vezes falta bom senso! Há quem leve o cachorro pra passear e esqueça os dejetos do bichano por lá. Há também quem queira fazer manobras radicais com bicicletas e skates na estreita pista de caminhada, isto sem falar nos que optam por caminhar no contra-fluxo. Sim, a praça é nossa, mas se cuidarmos bem dela e formos mais sensatos, ela fica ainda mais agradável.” Thaís Alencar, mãe da Beatriz e do Gabriel
 
“Adoro a praça! O espaço é bem legal, os brinquedos, muita grama para correr e se jogar. De maneira geral está sempre bem cuidada, nessa época está super florida. A proximidade de casa nos faz frequentadores de carteirinha. Acho que o que precisa melhorar é a educação dos frequentadores, domingo estive lá e fiquei nervosa com as pessoas jogando lixo no chão e com os adolescentes dependurados nos brinquedos das crianças. Talvez faltem ações nas praças especialmente para a questão do lixo. Será que o Na Pracinha poderia tratar do assunto nos encontros? Acredito que o público dos encontros não jogue lixo no chão mas uma ação pode atingir outras pessoas.”

Sandra Alves, mãe da Helena e da Clarice

 

 

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Publicado em março/12
atualizado abril/17