Foto: Mae Burke
Na foto, a americana Chelsea Craig amamentando suas duas filhas, de 3 e 1 ano –
a mãe foi criticada na web na semana passada por conta do lindo registro

 

Olá, queridos leitores do Na Pracinha!

No post de hoje, darei continuidade ao artigo do mês anterior, no qual conversamos sobre a prescrição indevida de leites artificiais e que, inclusive, gerou polêmica, como era de se esperar.

Como já é sabido pela grande maioria de vocês, o “mercado do bebê”, por incrível que pareça, é um mercado como outro qualquer – carros, imóveis, casamento, vestuário, dentre outros. Isso significa que a circulação de dinheiro em torno do mesmo é, também, exorbitante.

Por isso, durante os cursos ministrados para gestantes, é importante deixar bem claro o que realmente é necessário ou não adquirir, tanto em relação ao enxoval do bebê, quanto ao aleitamento materno. Sendo que, em relação ao aleitamento, é fundamental ser ainda mais claro e realista quanto à compra, com ou sem indicação de um profissional da saúde, de leites artificiais.

É difícil escrever o que penso sobre esse mercado, no qual circula tanto dinheiro proveniente da comercialização desses leites. Sim, quando bem indicados são tão bons quanto uma cesárea bem orientada. No entanto, na maioria das vezes, a indicação NÃO procede.

Luto dia após dia contra o uso indiscriminado dos leites artificiais, me sinto como uma jogadora de futebol americano, correndo com aquela bola estranha debaixo do braço e um monte de “brutamontes” tentando me derrubar!

Portanto, o importante nessa história, é procurar informação de qualidade, de profissionais que realmente saibam o que estão fazendo e falando, baseado em evidências científicas e na fisiologia da lactação.

E no mais, como sempre escrevo para vocês, contem comigo!

Um forte abraço e até a próxima postagem!