Recentemente, fomos passear pelo Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Revivi as lembranças de algumas excursões escolares que fiz por lá. O passeio nos permitiu uma conexão com ambiente natural, foi um verdadeiro tempo de qualidade com a natureza – tão importante hoje em dia para adultos e crianças.
Olha aí, o Palacinho no meio da mata <3
O espaço é um museu vivo, com uma mata exuberante, centenas de espécies da fauna e flora brasileiras e um acervo científico e cultural riquíssimo. O Museu ocupa uma área de 600 mil m2, da antiga Fazenda Boa Vista e é uma das principais áreas verdes da cidade. Em 1912, a fazenda foi transformada em Estação Experimental de Agricultura, e em 1953 o governador Milton Campos criou no local o Instituto Agronômico, com o objetivo de impulsionar a pesquisa agronômica e assegurar o desenvolvimento técnico da agricultura mineira. Do período, encontramos o Palacinho, que serviu como local de veraneio e lazer para muitos governadores. Atualmente, o prédio abriga o acervo de Cartografia Histórica do Brasil e de Minas Gerais.

O acervo  conduz o visitante a uma verdadeira viagem no tempo: Arqueologia, Mineralogia, Paleontologia, Botânica, Zoologia, Etnografia, Geologia e Arte Popular. São 6 Exposições permanentes: Arqueologia, Cartografia, Ciências da Vida (interativa), Jardim Sensorial, Mineralogia e Paleontologia. Por isso, vale visitá-lo muitas vezes, pois sempre teremos a atenção despertada para um novo detalhe, uma nova história.

Em nossa visita, as crianças ficaram muito interessadas pela Paleontologia e Arqueologia, inclusive, brincaram de exploradoras por lá. No Jardim Sensorial, os sentidos foram ativados por intermédio das plantas, e os olhinhos curiosos e as mãozinhas frenéticas para tocar, sentir, experimentar!  O setor Educativo formado por estudantes da UFMG está presente nas exposições e auxilia os visitantes.
A Cecília, que quer ser “cientista médica”, ficou muito interessada na exposição Ciências da Vida. Observou com curiosidade os órgãos do corpo humano, ficou encantada com o desenvolvimento do bebê no útero, e saiu toda interessada em entender mais sobre o que viu (infelizmente, nem todos os recursos interativos estavam funcionando).
O Jardim Botânico possui diversas trilhas, algumas só podem ser feitas com o Guia. Micos, macacos, capivaras, esquilos foram nossa companhia durante o passeio. Conhecemos algumas plantas medicinais, outras aromáticas, e um Supermercado Vivo – onde as plantas que fazem parte dos produtos são expostas. Brincamos entre as casinhas – branca, amarela, da lagoa, azul e botânica. Aprendemos um pouco mais sobre a vida das abelhas no Hotel para Abelhas Solitárias.  O Museu do Piripipau ainda está em reforma, tivemos um gostinho de quero mais no Pipiripin. E participamos de uma oficina usamos elementos da natureza para decorar um cartão, ou seja, brincamos com elementos desestruturados – amamos, sim ou com certeza?
O Museu conta ainda com uma cantina, refeitório, banheiros, anfiteatros, biblioteca e centro de visitante.
Confira como foi o nosso passeio e programe o seu.
Quando passear por lá, olhe para o céu e encante-se com as copas das árvores

 

A lagoa

 

Os habitantes da lagoa :)

 

E no meio do caminho, uma pracinha <3

 

Um jardim de plantas medicinais e aromáticas

 

 

 

O que será essa plantinha?

 

A exposição de Geologia já começa com a simulação de uma caverna

 

Minérios, mineirais, pedrinhas e curiosidades

 

 

Olha aí o Hotel das Abelhas

 

 

 

Curiosidade no Supermercado Vivo

 

Largo do Jambeiro – ponto inicial para as exposições

 

Deslumbradas com o tamanho dos fósseis

 

Um pouco do encantamento do presépio

 

 

Pelo caminho, miquinhos

 

Macaquinhos
Cutias
E jacus!
No Espaço Ciências da Vida, muitas curiosidades!

 

 

Um espaço interativo e super bacana!

 

 

A futura cientista adorou!

 

Para Olivia foi um passeio sensorial. Na foto, aprendendo a fazer som no bambuzal com o vovô
E ainda teve artecom o Educativo <3

 

Há mapas por todos os lados

 

 

O que mais gostamos por lá:
:: das trilhas
:: do contato com a natureza
:: do espaço Ciências da Vida
:: da riqueza do acervo natural, histórico e cultural
Recomendações para o passeio:
:: Use protetor solar e repelente. Leve um chapéu e garrafinha d’água;
:: Para trilhas mais afastadas, recorra ao guia;
:: Flores, frutos e mudas compõem o patrimônio natural do Museu. Preserve-os;
:: Jogue o lixo sempre nas lixeiras e não alimente os animais.
 {atualizado em jan/17}