Este post contou com o incentivo de uma empresa que confia Na pracinha

Foto: Julia Baêta
Foto: Julia Baêta

Criança é imaginativa por natureza, e é bom que seja assim. Contudo, tem horas que elas parecem, realmente, estar no mundo da lua.

A gente chama, explica algumas coisas, e parece que as informações não se fixam. Filho, guarde o tênis, escove os dentes e pegue a mochila. Às vezes, ele guarda o tênis e esquece todo o resto. Sentamos para contar uma história, e acontece de ouvirem o início de forma concentrada, mas logo se distraem, comentando sobre outros assuntos, ou pegando um brinquedo que os interesse mais. Na hora das atividades da escola, parece, algumas vezes, não fixarem a atenção por muito tempo também.

Por que é assim?

Crianças pequenas se concentram por menos tempo, e isso é natural. Com o amadurecimento, o período de concentração vai aumentando. Contudo, a atenção pode parecer mais dispersa do que o esperado em algumas situações, por exemplo, quando envolvem problemas emocionais (o nascimento de um irmãozinho ou uma mudança na rotina da casa podem ser suficientes para alterar o comportamento da criança), má alimentação, falta de sono ou ainda, simplesmente, falta de motivação para aquela atividade proposta.

Além disso, um dos grandes fatores que levam à falta de concentração é a exposição excessiva aos aparelhos digitais. Larry Rosen, professor da Universidade da Califórnia e pesquisador da “psicologia da tecnologia”, afirma que a capacidade média de concentração dos participantes de suas pesquisas é de apenas 3 a 5 minutos. Depois disso, eles se distraem, sem conseguir terminar seus estudos ou trabalhos.

Com o uso excessivo de tablets e smartphones, o problema é maior – e pode interferir nas capacidades de ler, aprender e executar tarefas.

O educador Carlos Nadalim também recomenda: “crianças que ficam muito tempo diante de computador e televisão têm uma certa dificuldade em se concentrar, então é importante observar esse ponto. Se seu filho fica muito tempo com o tablet ou assistindo à televisão, tente limitar o acesso.”

Uma das dicas para se estimular a concentração das crianças em momentos que exijam mais atenção, como o para casa, por exemplo, é incentivar atividades físicas antes de exercícios. A psicóloga francesa Anne Lanchon orienta: “a atividade física é calmante. Brincar antes de fazer os trabalhos devia ser a regra, porque depois de um dia inteiro sentada na escola, a criança precisa de uma atividade física não controlada, onde possa despender energias. A capacidade de concentração sairá muito melhorada.” (www.psychologies.com)

E como aprimorar ainda mais a concentração dos pequenos?

Os jogos, especialmente os de tabuleiro, são grandes aliados para ajudar na concentração das crianças. Ao se deparar com a necessidade de utilizar estratégias de raciocínio, as crianças passam a ter que explorar um determinado problema, o que acaba por exercitar o cérebro e, por consequência, melhorar a concentração. Quebra-cabeça, dominó, jogo da memória, legos, jogos de construção e também jogos ao livre, ajudam a criança a agir de forma pensada e não impulsiva.

Existem, inclusive, métodos que trabalham especificamente por meio de jogos para desenvolver habilidades nas crianças, incluindo a concentração. O Mind Lab, por exemplo, é um deles. O programa, que pode ser adotado por escolas, atua desde a primeira infância, até entre os adolescentes. Na educação infantil, ele auxilia no desenvolvimento psicomotor e em habilidades básicas de pensamento, por meio de jogos de tabuleiro.

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“O conceito central da metodologia é que os jogos de raciocínio servem como uma ferramenta educacional muito poderosa, pois contribuem para o aprimoramento de habilidades cognitivas. Jogos de raciocínio também ajudam o aluno a lidar melhor com situações emocionais e sociais. A experiência de jogar, que está no centro do programa, é prazerosa, cativante e empolgante – assim, gera grande motivação e entusiasmo entre as crianças, o que serve de base para um processo de aprendizagem mais abrangente.” (www.mindlab.com.br)

Além das atividades na escola, os jogos são levados para casa, envolvendo a família no aprendizado e desenvolvimento da criança, provocando melhorias nas relações sociais e emocionais em casa.

“Trabalhar as habilidades de pensamento sem lápis e papel, de maneira lúdica, contextualizada, empolga as crianças. Com certeza é uma outra forma de trabalhar aspectos emocionais com as crianças, como: ganhar e perder, esperar a sua vez, respeitar as regras”, declara Silvânia Assis, coordenadora pedagógica do Colégio Pitágoras Cidade Jardim, que adota o programa Mind Lab.

Então, que tal tirar do armário os jogos que vocês já têm em casa e quem sabe aqueles que você costumava jogar quando criança e programar momentos de diversão, aprendizado e cumplicidade com os pequenos? Vai ser divertido vivenciar essas experiências em família, pode apostar ;)

Ficou curioso para saber mais sobre o Mind Lab? Veja:

“Eu acho as aulas de Mind Lab muito divertidas, porque você trabalha em grupo, aprende a se relacionar com os colegas e melhora o raciocínio lógico. Essas aulas me ajudaram bastante nas contas de matemática e até em redação, porque durante as aulas a gente tem muitas ideias com os jogos que podem depois se transformar em um tema”.

Maria Clara Amaral – aluna do Colégio Pitágoras Cidade Jardim


A vivência na escola contribui para a formação do ser humano. As atividades devem privilegiar o gosto pelo saber, o pensamento autônomo, a cidadania e a infância. Preparar a criança para a vida, e não apenas para o conteúdo. Sabendo disto, o Colégio Pitágoras Cidade Jardim valoriza a formação integral como uma construção de experiências e informações que estimulam a curiosidade do aluno, levando-o a adquirir conhecimentos e a potencializar seus talentos. E o colégio, que vai do berçário ao ensino médio, já iniciou o processo seletivo. Para saber mais, http://colegiopitagoras.com.br/al ou ligue: (31) 2111-2135 ;)

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