Além de ser muito saboroso, o azeite é constituído de “gordura boa” e pode ser oferecido desde o início da alimentação complementar.

Hoje em dia, nos deparamos com inúmeras marcas no comércio e surgem dúvidas de qual é melhor.

Veja algumas dicas para essa escolha:

– acidez: quanto menor a acidez, melhor. A acidez tem ligação com a quantidade de ácidos graxos presentes de melhor qualidade (que é bem preferível), então opte por acidez máxima de 0,5.

– embalagem: a embalagem escura preserva o produto da luz, o que é necessário para evitar oxidação e o vidro conserva melhor do que os de plástico.

– tipo: o extra virgem é o tipo mais recomendado pois mantém as propriedades antioxidantes do produto.

– sem misturas: deve ser puro, sem misturas com outros óleos (óleo composto). Veja se o produto realmente está cumprindo com o que está no rótulo.

É interessante também consultar as pesquisas realizadas com a qualidade de produtos de órgãos oficiais (ANVISA por exemplo).

E para acrescentar, o preço é consequência de sua qualidade, mas dentre os azeites de melhor qualidade, há uma grande variação de preço.

Não adiantar fugir…hoje em dia é primordial a análise dos rótulos dos produtos antes da compra para garantir uma escolha saudável.