Florescência! Palavra utilizada para denominar ação ou efeito de florescer, florescimento. E nestes dias em que comemoramos a Semana Mundial do Brincar, vamos então empregar a palavra florescência para pensarmos na importância de semear essa flor do brincar que está em processo de maturação, de crescimento e quer se expandir. Sendo assim, a Florescência do brincar é algo extremamente relevante para nossos pequetitos, para as famílias, para a sociedade.

Quando falamos aqui de um brincar em florescimento, convidamos os leitores a não somente pensar sobre a importância do brincar para o desenvolvimento infantil, bem como, da necessidade de incentivar sempre a atividade do brincar, que além de ser uma ação lúdica, é educativa. O brincar promove um importante impacto no desenvolvimento psíquico, físico, afetivo, social da criançada. Você já parou para brincar com uma criança hoje? Observou alguma delas brincando? Brincar é florescência!

Ao brincar, a criançada exercita uma série de habilidades como: expressão verbal e não verbal pensamento abstrato, raciocínio, curiosidade, criticidade, reflexão, flexibilidade, relacionamento interpessoal e intrapessoal, cooperação, autoconfiança, autoestima, memória, imitação, criatividade, dentre outros vários benefícios pela simples atividade do brincar.

Os jogos e as brincadeiras são importantes mediadores da criança com o mundo, com o outro que é diferente, neste sentido, facilitam o processo de ensino-aprendizagem da criançada. Além de estarem relacionadas ao desenvolvimento dos sentidos (táteis, visuais, etc.).

Então, aproveite a florescência do brincar para apoiar a criançada na invenção de novas brincadeiras, para dar mais qualidade ao tempo que você adulto tem passado com seus filhos, enfim para incentivar o brincar nos parques, prédios, cidades, na Pracinha.

Brinque com poesia, com leveza e simplicidade, pois como diz o poeta, Carlos Drummond de Andrade: “Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação humana”.  Chame a criançada e viva à florescência da brincadeira e do brincar.