1.     OS PAIS SÃO O EXEMPLO:
O exemplo da família é muito importante. Não adianta os pais e cuidadores tomarem refrigerante quando pedem para o filho beber suco. Nossos filhos aprendem muito mais com o que fazemos na frente deles com o que falamos. O exemplo é mais forte que as palavras.

2.    A FAMÍLIA TEM QUE ENTRAR NA ONDA DA BOA ALIMENTAÇÃO
As regras são para todos:  pai, mãe, irmão, avó, todos que moram na mesma casa. A mudança de hábito não tem que atingir apenas um membro da família, para ter um resultado positivo e duradouro todos tem que participar e cooperar. A família tem que vestir a camisa!

3.    ALIMENTAÇÃO É CUIDADO
Cuidar da alimentação do seu filho é um ato de carinho e amor. É prevenir inúmeras doenças e garantir uma vida de saúde e de qualidade agora e no futuro.

4.    REFEIÇÃO EM FAMÍLIA
O momento da refeição tem que ser prazeroso, sem cobranças de peso, sem palavras agressivas, sem brigas e sem palavras desmotivadoras. Use a refeição para contar um caso, conversar sobre algo engraçado ou simplesmente sobre coisas simples que seu filho goste. Torne este momento agradável.

5.    EXPERIMENTE
Para dizer que não gosta de um determinado alimento, você precisa prová-lo. E não é uma vez só! No mínimo umas 8 vezes, e de formas diferentes, como suflê, bolo, no omelete, no arroz, no macarrão, purê, cru, cozido… O que acontece, é que a criança já vem com um pré conceito já sobre o alimento, muitas vezes relacionado a cor e a textura, por isso a importância das diferentes formas de preparar.

6.    SEM RECOMPENSAS
O alimento não foi feito para ser negociado. A refeição não é um comércio para você fazer trocas com seu filho. Exemplo: se você comer tudo eu deixo você mexer no celular, ou se você não comer a cenoura eu não vou te dar o chocolate depois do almoço.  Seu filho tem que entender que essa “comercialização” não tem que existir. Se você já faz isso, pare! Para quem não faz, nunca comece!

7.    CONSCIÊNCIA DESDE PEQUENO
A criança tem que entender desde pequeno o que ela está comendo e para que. Muitas vezes os pais subestimam a capacidade de entendimento do bebê. Mas eles já sabem muito bem separar o verdinho do prato e colocar no cantinho ou até mesmo para fora. De maneira lúdica devemos mostrar da importância e sempre incentivá-los a comer. Para os maiorzinhos, mostre a importância e sempre que possível leve-o para participar das escolhas na feira e das preparações.

8.    CINCO CORES NO PRATO
Prato saudável é prato colorido. E ele precisa ter 5 cores:
Leguminosas: lentilha, feijão, grão de bico, ervilha…
Proteína: frango, carne, peixe, ovo, laticínio, frutos do mar…
Cereal: arroz, milho, quinua, trigo, aveia…
Verduras: 1 tipo de folha
Legumes: 1 tipo (vermelho, verde, laranja, amarelo, branco)

9.    CRIANÇA QUE ESTÁ COM FOME COME!
Muitas crianças gostam de testar ou chamar a atenção dos pais na hora da refeição. Sei que a situação não é fácil, por isso, respirem e paciência! Insistir que a criança coma não é brigar para que ela coma, por isso quando perceber que ela realmente não quer, retire o prato da mesa (reserve) sem briga e sem discussões.

10.  HORA DE COMER É HORA DE COMER
Refeição foi feita para ser feita na mesa,  sempre que possível em família, e sem TV, celular, tablet, videogame. Quando a criança come vendo televisão, por exemplo, ela come automática, praticamente não sabe o que tem no prato. Não consegue distinguir os sabores dos alimentos. O cérebro não registra de forma correta o que a criança comeu e ela pode querer comer mais ou menos. É importante que a criança saiba o que ela está comendo e mastigue bem os alimentos. Mastigar bem os alimentos é muito importante, pois quando mastiga-se menos, produz menos saliva, o que acaba prejudicando muito a formação do bolo alimentar e consequentemente a absorção de alguns nutrientes.