Unsplash | Bruno Nascimento

O mês de Maio mal começou e já apareceram na mídia e redes sociais inúmeros testes para descobrirmos que “tipo” de mãe nós somos.  Mas será que realmente é possível classificar as mães por tipo? Honestamente, não acho possível. As classificações são generalistas e não referenciam a complexidade da vida materna. Além disso, dependendo do momento e do estágio da vida, da idade da criança, tomamos diferentes decisões que poderiam nos classificar de inúmeras formas.

Coruja, zelosa, carinhosa, preocupada, desleixada, autoritária, permissiva são algumas das “categorias” de mães. Tomar atitudes que podem ser julgadas como essas classificações não limitam o papel da mãe a apenas uma função. Querer rotular uma mãe é diminuir um papel lindo e especial que exercemos.

Ser mãe é fazer o melhor que podemos naquele momento. É utilizar as ferramentas que são as ideais naquela hora para aquele filho. É reconhecer as nossas limitações e aceitar aquelas que não há como ultrapassá-las. É ajudar a criar um ambiente harmônico e respeitoso em casa. É saber que esse é um dos papéis que exercemos, mas que os outros também são importantes e necessários para a nossa saúde física, mental e social.

Não se rotule nem deixe ninguém fazer isso. Seja a melhor mãe que você dá conta. Corra atrás daquilo que deseja melhorar, mas não faça nada para se enquadrar em um rótulo. Faça sempre o que é melhor para você e sua família! Feliz Dia das Mães!