Foto: Tanto Mar

Andei caindo no automático e deixando de sentir. Em meio a tantos modelos parentais, eu me perdi. Na busca por ser a mãe perfeita, mergulhei fundo na culpa por não dar conta de seguir o manual, de não cumprir a lista infinita de “tem que”, de não me identificar com as fórmulas de criar filhos, e mais outras inúmeras regras que não me cabiam. Me distanciei de quem sou de verdade. Tentei ser plural, quando maternar é singular. Ao perceber que a maioria das questões não eram sobre as crianças, mas sobre mim, desconstrui crenças. Me encorajei e abri espaço para escuta interna.

Nessa jornada constante de reinvenção, tenho buscado a melhor versão de mim, construída a partir de uma relação honesta, humana, imperfeita, possível, com minhas filhas.
 Sem lugar de comando. Em um percurso de abertura e aprendizado juntas. Nesse caminho, encontrei @rosanecastilhos , que me mostrou o “quanto educar passa pela ação da gente ser de verdade. O contato íntimo que temos nos momentos de presença é tão intenso, é tão eu e tão elas, todas olhando para cada uma de nós mesmas e para cada uma de nós que mora na outra. Essa é a parentalidade que acredito: a legítima, a verdadeira, a ser aquilo que de verdade posso, quero, consigo e acredito.” ♥︎ ⠀ ⠀ ⠀

Rosane partilhará mais sobre suas construções e desconstruções da parentalidade, da educação das crianças, na jornada da maternagem autêntica do @entrenosencontros (projeto-par dessa pracinha) que acontecerá na segunda-feira, 23/9, às 20h30. Será um encontro online, ao vivo, para você participar de onde estiver. E ainda assistir quantas vezes quiser. As vagas são limitadas e as inscrições acontecem no sympla (neste link). Você pode se inscrever para este encontro ou para a jornada completa.

Vamos?

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