Foto: Tanto Mar Fotografia

O brincar é um convite da criança para que conheçamos o mundo sob sua perspectiva. Esse tema que tanto me encanta e faz parte da essência do Na pracinha será fio condutor de muitas conversas ao longo do mês de outubro no nosso IG.
O brincar é encontro: nós, criança, cidade, natureza, todos. Presença. Inteireza. Ponte. Experiência de mundo. Ao brincar, nossos pequenos fazem perguntas vitais, desconstroem camadas, apontam os avessos das coisas. E nós, adultos, como brincamos? Será que somos brincantes e nos esquecemos? Estamos ouvindo o chamado de nossos miúdos para a conexão, o vínculo, criar afetos?

Para bater papo sobre tudo isso, convidei mulheres que admiro, que possuem olhares de respeito e admiração pela infância. Não vai rolar passo-a-passo. Mas vai ter muitas trocas, histórias, inspirações, possibilidades para se recriar, construir, fortalecer, a relação com os filhos por intermédio do brincar. “Levar a brincar é uma tarefa inadiável“, alerta a querida Lydia Hortélio.

Espia só – sempre às 20h30 – no IG @napracinha:

6/10, domingo, O brincar como conexãocom Malu Reis do Universo da Liz e Bel

10/10, quinta-feira, O brincar e cidadecom Pollyanna Xavier da Aldeia Jabuticaba

14/10, segunda-feira, Brincar com e na naturezacom Ana Carol Thomé do Ser Criança é Natural

17/10, quinta-feira, O bebê brincando lá fora – com Mariana Lacerda, educadora parental e doutoranda em Saúde da Criança

21/10, segunda-feira, O brincar gentil com o bebê – com Mari Polke, doula e estudiosa da Primeiríssima Infância

27/10, domingo, Todos podem brincar – com Mariana Rosa, jornalista, facilitadora de grupos de famílias e pessoas com deficiência e ativista da inclusão

Vou adorar também ter a sua companhia. Espalha para todo mundo e vem com a gente!

“O homem só é inteiro quando brinca, e é só quando brinca que ele existe na completa acepção da palavra homem.”
Lydia Hortélio costuma citar essa fala do ensaísta e poeta alemão Friedrich Schiller quando se refere ao papel fundamental do brincar na vida de uma pessoa. É brincando que a criança – ou o adulto que não chegou a abandonar sua porção infantil – evidencia seu estado de abertura para o mundo, sua irrestrita e contínua curiosidade e a naturalidade com que funde o pensar e o agir.
{Ocupação Lydia Hortélio}