Foto: Luciana Castro

Costumo dizer que não fui eu quem pariu Francisco. Francisco me pariu”. Cris Guerra começou a roda do Entre Nós sobre Identidade refletindo sobre como transformou a ambivalência de emoções que sentiu em meio as dores do luto e a alegria da gestação em impulso para seguir. ⁣

Conversamos sobre como é essencial nos reconhecermos para além de qualquer papel, e assim nos conectarmos com quem somos. Um percurso para aliviar a pressão que impomos à medida que o tempo passa e o maternar traz novos desafios. A maternidade permitiu que ela percebesse a moda e e escrita como um reencontro consigo mesma. E nos convidou a abrir espaço para outras importâncias nossas, para que estejamos inteiras. ⁣

“A maternidade permite que a gente renasça, para novos papéis, novos contextos. Um momento de realinhar o que somos, o que não conseguimos e o que ainda queremos ser”, como bem disse as meninas do Papos sobre Autoestima. O percurso não é fácil, mas é potente. Vamos abraçar as oportunidades que a vida nos dá e buscar aquilo que faz sentido pra gente, para exercitar esse olhar para quem somos. Lembrando sempre que somos rio, que corre, muda, e não árvore com raízes fincadas, como diz a querida Lua Barros ♡

Cris Guerra estará novamente conosco em um encontro online pela jornada da maternagem autêntica, real e possível. Será na quarta-feira,13/11, das 20h30 às 22h. Para participar, basta se inscrever aqui contribuindo com um valor amigo. Te espero!