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22 de agosto: Dia do Folclore

    E para celebrar essa data tão importante, o Maurilo Andreas, que está sempre nos presenteando com seus deliciosos textos, dessa vez caprichou: além de um post gostosinho sobre o Folclore, disponibilizou a música Boitatá, de sua autoria e cantoria, para todas as famílias que quiserem criar um clima…



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Cheiros

Por Maurilo Andreas, escritor Foto: Patrícia de Sá A grama molhada do campo de futebol. Melado com queijo. Travesseiro de macela. Uniforme da escola recém-passado. O carro do meu pai cheirando a gasolina. A memória da minha infância ganha vida no meu olfato. Passar na frente da sauna sem poder…



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Pique

  O menino no alto árvore era eu. Suado e moreno, escondia o riso do pegador que passava do outro lado da rua e acabava por sair correndo atrás de outro moleque mal agachado atrás de um Opala. Se eu corresse pro pique chegava antes dele? Esperava mais pra ele…



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Vergonhas

    De repente eu cheguei a uma idade em que já não gostava mais de beijar minha mãe na frente dos outros. Não me lembro exatamente quantos anos tinha, mas lembro que adorava ficar grudado com ela e com meu pai dentro de casa, mas não mais na frente…



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Rimarinhas {Parte 2}

O homem O homem quando se mete, confunde a cabeça do bicho Eu já vi uma água viva amando um saco de lixo Golfinhos Golfinhos nadam depressa, velozes como o quê Acho que eles vão correndo ver o Flipper na TV Tartaruga-marinha Tem casco igual a cavalo, tem bico que…



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Joelho ralado

Quando eu era menino, se você não se machucasse é porque não estava fazendo aquilo direito. Se não caía do rolimã é porque não se embalava na descida mais perigosa. Se não arrancava o “tampo” do dedão, é porque não jogava bola no asfalto. Se não ralava o joelho é…



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Chuva

Tá chovendo lá fora. O quintal virou lama, os amigos se esconderam cada um em sua casa, mas o moleque não se acalma, quer jogar bola. Quer brincar de esconde-esconde, quer subir no muro, quer brincar de mãe da rua. Não adianta, a mãe se lembra muito bem da última…



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Viagens

Eu disse que em junho as férias dela teriam uma viagem linda. Foi a coisa mais gostosa ver como ela vibrou ao saber pra onde ia e o que ia fazer. Aí eu disse que não poderia ir. E ela imediatamente gritou “então eu também não vou” e chorou e…



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