Para uma bebê curiosa e cheia de energia, tive a ideia de fazer caixinhas sensoriais. Reaproveitei caixas de materiais de consumo de diferentes formas e tamanhos. Separei alguns tecidos de texturas e cores diferentes e as encapei. Tudo higienizado.

Os estímulos dessa brincadeira estão ligados a visão, pelas cores e estampas, e ao tato, que a cada toque nos diferentes tecidos vivencia novas experiências. Mas, vale lembrar que nessa fase o bebê leva tudo a boca – por isso é importante estar tudo bem limpo. Se o bebê for um pouco mais velho as caixinhas podem ser perfeitos blocos de montar.

Quando entreguei as caixinhas para Natália, a primeira que ela escolheu foi a verde brilhante, tocou e colocou diretamente na boca, a sensação não foi muito agradável e rapidamente dispensou e buscou a próxima. A vermelha de pelúcia ficou bastante tempo em suas mãos, essa foi a que mais aguçou sua curiosidade visual, mas no momento em que foi para a boca também foi reprovada, pois fez cosquinha em seu nariz. E por fim a preferida para lamber e babar foi a azul encapada com cetim.

Observar as carinhas fofas em cada descoberta dos sentidos é também um exercício gostoso para quem observa, pois quem não se derrete quando um bebê faz careta de desagrado ou sorri e balbucia sua própria língua ao aprovar alguma coisa?

E além de todo o desenvolvimento sensorial, o tempo partilhado, as fotos engraçadinhas, tudo permeado com afeto.