Quintal da minha infância, brincar pela Lagoa do Nado, para mim, é sentir novamente o gosto de ser criança. Vivia por lá com meu pai e irmão, explorando por todos os cantos. Foi o nosso parque-refúgio durante a reabertura gradual da cidade na pandemia. Andar descalças pelo gramado, sentir o sol, ouvir o canto dos pássaros, viver o arrepio do evento, eram doses de ânimo em tempos tão instáveis.

Parte integrante da antiga Fazenda Engenho Córrego do Nado até 1960, em uma área enorme do bairro Itapoã, o parque conta com uma lagoa natural de 22 mil metros quadrados, cercada por um bosque, permitindo às crianças curtirem as visitas de pica-paus, corujas, micos e esquilos, além dos patos e gansos que estão sempre pra lá e pra cá.

No antigo casarão está o Centro de Referência de Cultura Popular e Tradicional. Criado para ser o espaço de debate em torno das diferentes práticas culturais da cidade, e vez ou outra tem programação boa, vale a pena acompanhar.
Pela área do parque, encontramos peças feitas de madeira em homenagem à nação indígena dos Botocudos, que habitaram o espaço no passado. Curiosidade: a região já foi passagem para tropeiros que seguiam pelo leito do Córrego do Nado.
Biblioteca, teatro de arena, quadras de peteca e poliesportivas, campos de futebol society e oficial, pista de cooper, pista de skate, são atrações deste parque-espaço de lazer. Também há muitas opções de trilhas.

A pista de Skate, implantada em 2014, faz sucesso com a galera de todas as idades. A estrutura, de concreto armado, inclui uma plataforma retangular com obstáculos e três bowls (uma pista em formato de piscina, onde os skatistas concentram velocidade aliada às manobras). Para as manobras, é necessário estar com o equipamento de segurança completo, combinado?

Foi uma alegria quando ocupamos o espaço com o piquenique literário Na pracinha, em 2019, e já estamos na torcida para voltarmos em breve com muito brincar por lá – e vocês?

 

 

> Medidas Covid-19: uso de máscara obrigatória. Lembre-se sempre de seguir todas as recomendações de segurança sanitária. Leia mais aqui.

Importante:
É obrigatória a imunização com aplicação de dose da vacina de febre amarela há, pelo menos, 10 dias antes da visita. Caso o visitante não apresente o cartão de vacina, deverá preencher uma declaração, disponibilizada no local, de que já foi imunizado.

 

 

 

 

 

 

 

 

Obs.: As fotos que ilustram este post foram realizadas antes da pandemia de covid-19 durante nosso encontro no espaço.

Beagá é nosso quintal. Experimentar na companhia das crianças os lugares perto da gente, turistando em nossa própria cidade #staycation, abertos ao sentir e ao reparo, cria memórias afetivas em toda família, hoje e sempre.