Menina branca de cabelos castanhos, usando uma blusa amarela, está de costas para a fotógrafa, observando a cidade no mirante.
Foto: Patrícia de Sá

Beagá é nosso quintal. Se nos permitirmos turistar pelos espaços, experimentar na companhia das crianças os lugares perto da gente, com presença, abertos ao sentir, é possível que nos surpreendamos. E é essa a reação mais comum quando as famílias visitam o Parque Amilcar Viana Martins e nos contam suas impressões.

Localizado no bairro Cruzeiro, coladinho ao Mercado Distrital, em uma área de aproximadamente 18.000 metros quadrados, o parque abriga o primeiro reservatório de água construído na cidade (que mantém-se ativo desde 1897, com capacidade para dois milhões de litros de água) em um casarão amarelo – como dizem as crianças – tombado pelo Patrimônio Histórico. Por lá, também, está um dos mirantes da cidade pra gente conferir o belo horizonte.

Um gramadão, muita sombra dos pinheiros-do-Paraná, árvores frutíferas (já colhemos a fruta preferida do vovô – jabuticabas), áreas de convivência, fazem do espaço opção certa para um piquenique em família.

O parquinho conta com balanço e escorrega, e recentemente foi inaugurada a academia ao ar livre para as crianças (academia da cidade para os adultos? tem também!) com escalada, gangorra de pé de equilibrista e gira-gira.

Temos um carinho especial por esse achado, que além de nossos encontros brincantes, ainda recebeu piqueniques literários e o lançamento do livro Beagá pra Brincar.

* Durante a pandemia de covid-19, o parque está funcionando de quinta a domingo, das 8h às 17h. Lembre-se sempre de seguir todas as recomendações de segurança sanitária. Leia mais aqui.


Fique por dentro das regras do parque:
Fonte: Fundação de Parques Municipais

No parque é permitido:
– brincar de bola: desde que leve, de plástico e que as brincadeiras não perturbem o bom funcionamento do parque;
– andar de bicicletas de aro 12, 14 e 16 nas áreas delimitadas para o exercício da atividade;
– o uso de patins, patinetes ou similares para crianças de até 12 (doze) anos de idade;
– soltar pipas de papel nas áreas autorizadas, desde que não se utilize fios cortantes (cerol ou similares), longe da rede elétrica e sem perturbar os demais usuários;
– a entrada de cães, utilizando sempre guia de condução e coleira. Importante: os cães da raça Pit Bull deverão utilizar focinheira, conforme Lei Municipal nº 8.198 de 2001 (vale considerar que o parque é frequentado por crianças, então, cães de grande porte em geral deveriam usar a focinheira); a remoção e destinação das fezes dos animais são de responsabilidade de seus donos; os animais não devem entrar nos jardins e lagos.

Conteúdo editorial criado pelo Na pracinha em parceria com
a
Rede Sagrado BH.