Foto: Duorama

“Se eu tivesse que definir a importância das histórias em um frase, seria: estar com as histórias é fazer as pazes com a vida.”
Emilie Andrade, contadora de histórias

Um ano em que tanto aconteceu – sentimos, mudamos, perdemos, ganhamos – buscamos no Entre Nós ~ projeto-par dessa pracinha ~ uma conversa que nos trouxesse esperança para o novo ciclo que se inicia. Inspiradas na roda sobre escuta de novembro, acreditamos que as histórias compartilhadas são combustível para seguirmos acreditando. 

Neste encontro, exercitaremos o olhar afetuoso e a escuta compassiva para as histórias de vida (nossas e das outras), acolhendo e entendendo suas forças. Esse compartilhamento colabora para o nosso autoentendimento, o que nos ajuda a refletir e enxergar caminhos para os próximos passos.

Para estar entre nós nessa #conversaqueimporta convidamos Emilie Andrade, contadora de histórias, ofício que para ela é amálgama de tudo o que faz e é nessa vida – artista, educadora, mãe, empreendedora social.  “Escutar histórias é imaginar outros mundos possíveis. Para mim esperança é isso”, reflete. 

Será na quinta-feira, 17/12/20, das 20h às 22h, pelo sympla streaming. As vagas são limitadas e as inscrições com valores colaborativos. Inscreva-se aqui .

Uma noite para:
– apreciarmos contos tradicionais e de sabedoria;
– refletirmos sobre a escuta compassiva, registro e a narração das nossas próprias histórias de vida;
– compartilharmos desejos de histórias que queremos viver em 2021.

Com presença e comunicação generosa, vivenciaremos uma experiência potente e singular. Vamos juntas?

“Penso que as histórias de vida nos emocionam e nos conectam por alguma coisa de comum que elas carregam da experiência humana (e isso tb está nos mitos e contos milenares). histórias falam de padrões, sejam elas contos de fadas ou experiências vividas. de todo modo, o que ambas podem fazer é despertar nossas imagens internas e próprias (algo tão raro nesse mundo das telas e das imagens prontas), nutrir a nossa experiência com outras possibilidades, nos conectar com outros mundos além da nosso. Contar e ouvir histórias, sejam elas vividas ou inventadas, é como dançar sobre outros pés. 
Emilie Andrade